Quem Somos Nós – Desafio à Ciência

Ao final do post, um video sobre o assunto!

O mínimo que podemos dizer sobre o Filme Quem Somos Nós? é que gerou muita polêmica. Há uma comunidade no Orkut sobre o assunto. Na blogosfera, também achei muitos posts. No Wikipedia, li que o filme causou reação da comunidade científica internacional.

Estaria a ciência sendo “usada” a favor de teses New Age? O que tem o filme de tão especial para atrair multidões mundo afora?

Compreensível a reação dos cientistas por uma razão bem plausível …

icon_more.gif Veja o texto completo e os vídeos no blog novo. Comentários também só lá.

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10 Comentários em “Quem Somos Nós – Desafio à Ciência”

  1. Patricia Says:

    Ótimo texto, muito boa sua argumentação. Nem vou entrar em detalhes sobre o que achei das opiniões das pessoas nestes dois vídeos, porque na melhor das hipóteses estas pessoas não me parecem ter informações suficientes para fazer uma análise crítica bem embasada. Cientistas, físicos ou não, claramente faltam informações a estas pessoas. E é bem isso que você falou no seu texto, nada a acrescentar. 🙂

    Abraços,

    Patricia.


  2. Oi Patrícia,

    … respondi direto no seu blog, mas agora registro mais algumas idéias aqui …

    A ciência faz o conhecimento avançar o que é sempre bom. Mas a ciência não prescinde do cientista e, desde que o mundo é mundo, pela própria natureza humana, todo conhecimento está sujeito a erro.

    Extremos são comuns, como nas crenças cegas ou como na ingenuidade daqueles que se crêem infalíveis ou ainda, com bastante frequência, como na cegueira daqueles cujo pensamento se fossilizou no tempo.

    A realidade pode ser até mais curiosa que a ficção. A mesma paisagem (realidade) pode ser descrita de diferentes formas, a depender de quem observa e seu interesse imediato, se é um turista, fotógrafo, geólogo ou um astronauta, por exemplo.

    A realidade depende sempre, em última instância, de quem vê.

    Volte quando quiser.


  3. O filme é bonitinho. Só isso.

    Vá estudar Física antes de falar sobre Física.

    abs


  4. Oi Alberto

    Bem, caro colega, pelo tom “salgado” do seu comentário, nada mais posso dizer a você além de te eleger exemplo-vivo do meu postulado sobre crítica falaciosa, reproduzido novamente a seguir:

    “…Questiono se a ciência comete ou não falácia ao categorizar aquilo que não compreende como pseudo-ciência. Ou quando ataca opositores e não argumentos…”

    Alexandre


  5. Sem entrar muito no mérito das questões científicas expostas, devo dizer que assisti o filme menos de uma vez, foi a metade mais chata dentre todos os documetários científicos que já vi.

    A ciência exposta nele está muito mais próxima da fé que do empírico. Talvez não seja culpa dos cientistas presentes, mas da própria ciência de hoje que chegou a um ponto em que os estamentos são visões, imaginários, teorias. Essencialmente, não vejo muita diferença entre os p-branas e a virgindade de Maria, nem cientistas nem religiosos podem provar uma coisa ou outra.

    Graças a Deus cientistas costumam duvidar das suas próprias verdades, o que pode levar a percepção hoje quase ficcional ao empírito. Religiosos estarão sempre longe da luz. 🙂


  6. Leonardo,

    Existem vários princípios que usamos para definir ciência. Queria comentar dois, para diferenciar o empirismo (que você menciona) do universalismo (que você não cita).

    Se o empirismo possibilita formular juizos pela confiança que temos nos nossos 5 sentidos (rs.), o universalismo premia uma certa confiança de que fenômenos são universalmente reproduzíveis, em quaisquer circunstâncias e para quaisquer observadores.

    Bem, o que a nova epistemologia vem tentando mostrar é que para micro-realidades (onde o mundo quântico se insere) não é assim, necessariamente. Se uma simples atitude otimista ou pessimista é capaz de qualificar os cristais de água, como nos inúmeros experimento do Dr EMOTO *achei vários videos e fotos do trabalho dele em P2P*, então acabamos de falsear a premissa do universalismo, já que o otimismo é desigualmente distribuído pela Terra…

    Em ciência, pode-se discutir tudo, inclusive e principalmente os métodos, que deveriam estar de acordo com o objeto estudado. Por isso Físicos e Psicólogos usam aproachs diferentes para estudar seus objetos.

    Daí o questionamento que fiz, quando digo que para estudar a consciência humana, sem cair necessariamente na fé ou no dogma, talvez tenhamos que rever o próprio paradigma. Lembremos que métodos são alinhados com paradigmas e evoluem, a depender da compreensão que possuímos das realidades estudadas. A história da Medicina não me deixa mentir.

    É isso, meu. Recomendo para seu aprofundamento um video *achei também em P2P* do Prof. V R Ramachandran, neurologista, de nome “Phantoms in the Brain”. Muito esclarecedor.

    Abç
    Alexandre


  7. Oi pessoal

    Hoje descobri que um comentário para este meu post foi parar em lugar errado. Bem, reproduzo aqui o tal comentário:

    “Lemos um antigo post seu que comentava o filme ‘Quem somos nós?’ e achamos que a sua visão de mundo pode muito bem ser ampliada através dos ensinamentos quânticos e das novidades da Ciência. Para tanto, convidamos o senhor a se aprofundar mais neste maravilhoso mundo novo, através das opiniões de profissionais do Instituto Quântico Brasileiro. Você nunca mais será o mesmo!” Assinado por institutoquanticobrasileiro.blogspot.com

    Bem, agora a minha tréplica.

    Em respeito aos leitores do Blog, acrescento que a ciência tem ótimos pesquisadores, gênios da humanidade. Não faz sentido colocar a ciência subjudice mas cientistas sim. Na sua maioria, são péssimos divulgadores. A informação custa a sair do mundinho dos institutos e das Universidades e quando sai, vai por via indireta, por jornalistas ou pela via da ciência aplicada, que é a tecnologia, capitaneada pela iniciativa privada. Mas o debate aberto com a patuléia é coisa rara. Obviamente, não se trata de um fato científico. Apenas minha opinião.

    Entendo que a Internet e as Novas Midias impõem a popularização da ciência. O que eu não entendo é entrarem aqui no Blog, dizendo para “abrir minha cabeça”, sem nenhum argumento sequer. É muita cara de pau! Me lembrou aquelas histórias antigas de lobotomia, o lado obscuro da Psiquiatria, que de vez em quando pipoca aqui e ali 😉

    Se o post tem muito acesso é porque é pertinente. Será que eles não desconfiaram que aqui tem espaço para divulgação da própria ciência? Se acham que não bastam os vídeos com as entrevistas dos professores que postei, então venham aqui e escrevam mais. A ciência agradece.

    Mesmo cientistas Hard Science precisam aprender a lidar com críticas e não exibir o “velho” orgulho altaneiro de sempre. O filme trata da consciência humana, algo abstrato, que nem sequer físico é …

    É preciso admitir sim que a ciência não sabe tudo, o que não quer dizer que não possa buscar os meios para saber. E desde já aviso que não censuro conteúdo, apenas bossalidades, palavrões essas coisas.

    Se já é possível debates abertos, interessantes, registrando uma micromemória de fatos ligados de certa forma a ciência, porque ainda existem pessoas com essa postura? Não sei responder.

    Baixei em P2P 2 CDs com as versões sem cortes de What a Bleep Do We Know. São 6 horas de depoimentos no total, que viraram um filme de 2 horas. Basicamente, assuntos ligados a crítica ferrenha ao dogmatismo religioso ficaram de fora, para tornar o filme mais palatável para as massas.

    Confira também um novo post que escrevi sobre a Força das Palavras (trecho do filme) e o trabalho do Dr. EMOTO, cientista japonês, com energização de cristais de água.

  8. Solipe Says:

    Sr. Alexandre Mello, se o senhor não sabe o que é Física Quântica faça o favor de não comentar nada a respeito dela. Obrigado

  9. Emanuel Says:

    “A ciência exposta nele está muito mais próxima da fé que do empírico. Talvez não seja culpa dos cientistas presentes.”

    Evidentemente não há culpa dos cientistas presentes, pois a opinião deles não está representada no documentário. David Albert, por exemplo, o físico da Universidade de Columbia, que aparece no filme, foi a público, dizendo que os produtores do documentário editaram grosseiramente suas falas. Ele é completamente contrário a tentativas de ligar a mecânica quântica a questões de consciência (qualquer um que entenda minimamente de física deve, necessariamente, ser contra esse salto de fé…). Ele ainda afirma que explicou exaustivamente aos produtores que discordava da visão exposta no filme e que, se soubesse que suas visões seriam tão mal representadas, ele jamais teria concordado com o uso de suas entrevistas no filme. Só se pode tirar uma conclusão disso: o documentário é extremamente desonesto, tentando basear toda aquela baboseira numa edição grosseira da fala de um cientista sério.

  10. Emanuel Says:

    “Bem, o que a nova epistemologia vem tentando mostrar é que para micro-realidades (onde o mundo quântico se insere) não é assim, necessariamente. Se uma simples atitude otimista ou pessimista é capaz de qualificar os cristais de água, como nos inúmeros experimento do Dr EMOTO *achei vários videos e fotos do trabalho dele em P2P*, então acabamos de falsear a premissa do universalismo, já que o otimismo é desigualmente distribuído pela Terra…”

    Leia meu comentário a teu outro post. A maneira como o trabalho de Masoto Emoto foi mostrado no documentário é só mais um exemplo da maneira desonesta com que os “fatos” são demonstrados no filme… Não há nada ali que possa falsear a premissa do universalismo, como tu a expôs…


Comentários encerrados.


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